Governo esperado no parlamento para sessão de perguntas





O governo deverá nos próximos dias estar na Assembleia da República para a primeira sessão de perguntas nesta nona legislatura. A sessão que deverá durar dois dias, o executivo vai responder a questões que preocupam os deputados em diversas áreas, principalmente a social e a económica, que mexem com a vida dos moçambicanos.

As três bancadas parlamentares (Frelimo, Renamo e MDM), já submeteram à Presidente da Assembleia da República Esperança Bias, o pedido de informação do Governo a ser apresentada ainda nesta primeira sessão ordinária do parlamento na sua nona legislatura.

Sob liderança do primeiro-ministro Carlos Agostinho do Rosário, o Governo marcará sua primeira presença na magna casa do povo para responder perguntas formuladas pelos representantes do povo.

Porque passa um ano após as regiões centro e norte do país serem atingidas pelos ciclones Idai e Keneth, provocando morte de centenas de pessoas e deixando um rasto de destruição de grande parte de infra-estruturas sociais e económicas, de habitações, campos agrícolas, e milhares de pessoas sem-abrigo, a bancada do partido Frelimo, pretende saber do governo o ponto de situação da implementação do programa de reconstrução das infra-estruturas destruídas e do tecido humano, nas províncias atingidas.

Por seu turno, a bancada da Renamo, maior partido da oposição, após o Presidente da Republica Filipe Nyusi, renovar a promessa de combate à corrupção sem tréguas a quando da sua tomada de posse no passado dia 15 de Janeiro, tendo destacado que contra este mal daria o mesmo tratamento à pequena e grande corrupção. Em face deste anúncio reiterado a “Perdiz” solicita informação actualizada e detalhada do ponto de situação de combate a corrupção no sector público com destaque para ministérios, institutos e empresas participadas pelo Estado.

Para o Movimento Democrático de Moçambique, segundo maior partido da oposição, é notável o recrudescimento da violência, com um número indeterminado de mortos e feridos, para além de destruição de bens, infra-estruturas públicas e privadas, limitação da livre circulação de pessoas e bens.

Nesse sentido, o MDM quer informações actualizadas sobre os últimos desenvolvimentos do conflito armado que eclodiu em Cabo Delgado e como o governo pensa em terminar com os ataques e acabar com o sofrimento dos moçambicanos.

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